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	<title>Comentários sobre MarcosTelles</title>
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	<description>reflexões sobre ead e tecnologia educacional</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Oct 2009 13:12:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Learning Objects: porque não deram certo por Leonel Tractenberg</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2007/08/08/learning-objects-porque-nao-deram-certo/#comment-4733</link>
		<dc:creator>Leonel Tractenberg</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:12:14 +0000</pubDate>
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		<description>O conceito de objeto de aprendizagem pode ser válido enquanto abstração ampla: qualquer dispositivo ou recurso informacional digital, devidamente indexado e disponibilizado em um suporte que seja relativamente portável ou legível em diversos sistemas/ambientes computacionais, visando sua reutilização no processo de ensino-aprendizagem.

Se não fosse restrito ao digital, como o Marcos Telles apontou, o conceito seria tão útil quanto o conceito de &quot;recurso&quot; ou &quot;material&quot; em uma biblioteca. Uma biblioteca possui materiais os mais diversos (livros, revistas, vídeos etc.). Estes precisam ser devidamente indexados (metadados) para serem recuperáveis. Foi desenvolvida toda uma ciência e diversos instrumentos para se fazer a indexação e recuperação desses materiais (teoria da classificação, tesauros, índices, fichas catalográficas etc.). Os materiais da biblioteca também são objetos relativamente portáteis, mas alguns requerem sistemas específicos para serem &quot;lidos&quot; (videocassete, projetor de slides etc.). Assim o trabalho de desenvolver bancos de recursos informacionais digitais, sistemas de identificação e indexação (metadados) capazes de serem lidos por diversos sistemas é relevante e, até mesmo, imprescindível na medida em que esses recursos e os sistemas proliferam em ritmo exponencial.

Contudo esses objetos não são objetos meramente de informação. Eles se pretendem objetos &quot;de aprendizagem&quot;. Aí repousa a tensão ou contradição interna. E estas residem precisamente na relação entre os dois termos &quot;OBJETO&quot; e &quot;APRENDIZAGEM&quot;. Explico:

A idéia de &quot;objeto&quot; remete à portabilidade, interoperabilidade, reusabilidade, e para isso o objeto precisa ser relativamente fechado, autônomo, universal. Exemplo: uma animação em flash mostrando um ciclo das marés por meio de um mar genérico e uma costa genérica e sem narração é muito mais reaproveitável que uma se a mesma animação mostrar o mar do norte, a costa holandesa com seus diques e narração em holandês.

A idéia de &quot;aprendizagem&quot;, por outro lado só é universal em termos de processos psicológicos humanos (ou animais) gerais. Contudo, a aprendizagem é PROCESSO ligado sempre a um CONTEXTO. Digamos que as &quot;estrelas&quot; sejam o meu &quot;objeto&quot;. Eu posso apenas olhá-las e admirá-las. Neste caso, serão o meu objeto de admiração. Elas só se transformam em &quot;objeto de aprendizagem&quot;, propriamente dito, dentro de um contexto educacional (caracterizado por certos objetivos, demandas educacionais, contexto sócio-cultural e biográfico dos envolvidos, etc. etc.).

Em outras palavras, enquanto no termo &quot;objeto&quot; repousa a necessidade de universalidade, de independência do contexto e de closura. No termo &quot;aprendizagem&quot; repousa a necessidade de contextualização, de processo aberto. Tratam-se de uma tensão epistemológica.

Como essa tensão se traduz na prática? Na prática, essa tensão se transforma no dilema que geralmente sugre ao se criar um novo &quot;objeto de aprendizagem&quot; (seja uma animação, uma simulação ou um simples texto explicativo). O dilema é &quot;o que deve prevalecer em relação aos conteúdos e atividades pedagógicas vinculadas ao mesmo?&quot; Uma linguagem global/universal/abstrata ou uma linguagem contextual/particular/concreta?

A existência de tensões ou contradições inerenes não inviabiliza a noção de objeto de aprendizagem. Apenas a torna problemática. Interessantemente problemática. :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de objeto de aprendizagem pode ser válido enquanto abstração ampla: qualquer dispositivo ou recurso informacional digital, devidamente indexado e disponibilizado em um suporte que seja relativamente portável ou legível em diversos sistemas/ambientes computacionais, visando sua reutilização no processo de ensino-aprendizagem.</p>
<p>Se não fosse restrito ao digital, como o Marcos Telles apontou, o conceito seria tão útil quanto o conceito de &#8220;recurso&#8221; ou &#8220;material&#8221; em uma biblioteca. Uma biblioteca possui materiais os mais diversos (livros, revistas, vídeos etc.). Estes precisam ser devidamente indexados (metadados) para serem recuperáveis. Foi desenvolvida toda uma ciência e diversos instrumentos para se fazer a indexação e recuperação desses materiais (teoria da classificação, tesauros, índices, fichas catalográficas etc.). Os materiais da biblioteca também são objetos relativamente portáteis, mas alguns requerem sistemas específicos para serem &#8220;lidos&#8221; (videocassete, projetor de slides etc.). Assim o trabalho de desenvolver bancos de recursos informacionais digitais, sistemas de identificação e indexação (metadados) capazes de serem lidos por diversos sistemas é relevante e, até mesmo, imprescindível na medida em que esses recursos e os sistemas proliferam em ritmo exponencial.</p>
<p>Contudo esses objetos não são objetos meramente de informação. Eles se pretendem objetos &#8220;de aprendizagem&#8221;. Aí repousa a tensão ou contradição interna. E estas residem precisamente na relação entre os dois termos &#8220;OBJETO&#8221; e &#8220;APRENDIZAGEM&#8221;. Explico:</p>
<p>A idéia de &#8220;objeto&#8221; remete à portabilidade, interoperabilidade, reusabilidade, e para isso o objeto precisa ser relativamente fechado, autônomo, universal. Exemplo: uma animação em flash mostrando um ciclo das marés por meio de um mar genérico e uma costa genérica e sem narração é muito mais reaproveitável que uma se a mesma animação mostrar o mar do norte, a costa holandesa com seus diques e narração em holandês.</p>
<p>A idéia de &#8220;aprendizagem&#8221;, por outro lado só é universal em termos de processos psicológicos humanos (ou animais) gerais. Contudo, a aprendizagem é PROCESSO ligado sempre a um CONTEXTO. Digamos que as &#8220;estrelas&#8221; sejam o meu &#8220;objeto&#8221;. Eu posso apenas olhá-las e admirá-las. Neste caso, serão o meu objeto de admiração. Elas só se transformam em &#8220;objeto de aprendizagem&#8221;, propriamente dito, dentro de um contexto educacional (caracterizado por certos objetivos, demandas educacionais, contexto sócio-cultural e biográfico dos envolvidos, etc. etc.).</p>
<p>Em outras palavras, enquanto no termo &#8220;objeto&#8221; repousa a necessidade de universalidade, de independência do contexto e de closura. No termo &#8220;aprendizagem&#8221; repousa a necessidade de contextualização, de processo aberto. Tratam-se de uma tensão epistemológica.</p>
<p>Como essa tensão se traduz na prática? Na prática, essa tensão se transforma no dilema que geralmente sugre ao se criar um novo &#8220;objeto de aprendizagem&#8221; (seja uma animação, uma simulação ou um simples texto explicativo). O dilema é &#8220;o que deve prevalecer em relação aos conteúdos e atividades pedagógicas vinculadas ao mesmo?&#8221; Uma linguagem global/universal/abstrata ou uma linguagem contextual/particular/concreta?</p>
<p>A existência de tensões ou contradições inerenes não inviabiliza a noção de objeto de aprendizagem. Apenas a torna problemática. Interessantemente problemática. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Learning Objects: porque não deram certo por Re-Formar - Blogando sobre e, m, b ou qualquer outra forma de &#34;Learning&#34;</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2007/08/08/learning-objects-porque-nao-deram-certo/#comment-4732</link>
		<dc:creator>Re-Formar - Blogando sobre e, m, b ou qualquer outra forma de &#34;Learning&#34;</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:33:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] &#8220;A literatura disponível mostra que o learning-object é uma definição imprecisa, com falhas conceituais e cujo sucesso depende de um sistema de padronização inatingível. Apesar disso, incríveis somas estão sendo gastas na produção de diferentes itens chamados learning- objects; o curioso é que essa oferta não encontra uma demanda de contrapartida. Certamente você não conhece alguém que já tenha montado um curso juntando learning-objects e, certamente, você não encontrará. na internet depoimentos sólidos de alguém que o tenha feito&#8221;  Marcos Tales, em Learning Objects &#8211; Porque não deram certo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] &#8220;A literatura disponível mostra que o learning-object é uma definição imprecisa, com falhas conceituais e cujo sucesso depende de um sistema de padronização inatingível. Apesar disso, incríveis somas estão sendo gastas na produção de diferentes itens chamados learning- objects; o curioso é que essa oferta não encontra uma demanda de contrapartida. Certamente você não conhece alguém que já tenha montado um curso juntando learning-objects e, certamente, você não encontrará. na internet depoimentos sólidos de alguém que o tenha feito&#8221;  Marcos Tales, em Learning Objects &#8211; Porque não deram certo [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre &#8220;Qualidade de Ensino&#8221;: isso existe? por Jorge Bernardo</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2006/09/14/qualidade-de-ensino-isso-existe/#comment-4731</link>
		<dc:creator>Jorge Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 02:46:28 +0000</pubDate>
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		<description>Marco Telles
Também adorei o seu artigo e penso que o seu exemplo auto explica muito bem o que penso da qualidade de ensino, evidentemente que respondo que não existe a qualidade de ensino e nem sei o que é, quero pedir a sua autorização de publicar o seu artigo na íntegra e completamente identificado no meu blogue, pela qualidade da sua opinião, seja qual for a sua resposta desde já os meus agradecimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco Telles<br />
Também adorei o seu artigo e penso que o seu exemplo auto explica muito bem o que penso da qualidade de ensino, evidentemente que respondo que não existe a qualidade de ensino e nem sei o que é, quero pedir a sua autorização de publicar o seu artigo na íntegra e completamente identificado no meu blogue, pela qualidade da sua opinião, seja qual for a sua resposta desde já os meus agradecimentos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Learning Objects: porque não deram certo por Marcelo Vita</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2007/08/08/learning-objects-porque-nao-deram-certo/#comment-4730</link>
		<dc:creator>Marcelo Vita</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 11:05:44 +0000</pubDate>
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		<description>Bom dia Marcos Telles,
Sou aluno do curso de especialização-Lato Sensu em Química. Estou construindo um trabalho sobre objetos de aprendizagem. Existem vários artigos sobre este assunto, mas é um pouco confuso entender o que são objetos de aprendizagem, eles são publicados no Banco Internacional de Objetos Educacionais, mas não dá para diferenciar um objeto de aprendizagem de outros recursos.
Você poderia me responder qual é a diferença entre o objeto de aprendizagem e outros objetos educacionais?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Marcos Telles,<br />
Sou aluno do curso de especialização-Lato Sensu em Química. Estou construindo um trabalho sobre objetos de aprendizagem. Existem vários artigos sobre este assunto, mas é um pouco confuso entender o que são objetos de aprendizagem, eles são publicados no Banco Internacional de Objetos Educacionais, mas não dá para diferenciar um objeto de aprendizagem de outros recursos.<br />
Você poderia me responder qual é a diferença entre o objeto de aprendizagem e outros objetos educacionais?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A Falácia da Resistência à Mudança por Software Simples &#187; Blog Archive</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2006/05/09/a-falacia-da-resistencia-a-mudanca/#comment-4729</link>
		<dc:creator>Software Simples &#187; Blog Archive</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 22:41:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://marcostelles.wordpress.com/2006/05/09/a-falacia-da-resistencia-a-mudanca/#comment-4729</guid>
		<description>[...] Nem você, nem ninguém gosta de mudanças. O modelo BIG BANG oferece sempre um grande volume de funcionalidades sendo publicado de uma só [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Nem você, nem ninguém gosta de mudanças. O modelo BIG BANG oferece sempre um grande volume de funcionalidades sendo publicado de uma só [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Learning Objects: porque não deram certo por Objectos de Aprendizagem : Re-Formar</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2007/08/08/learning-objects-porque-nao-deram-certo/#comment-4728</link>
		<dc:creator>Objectos de Aprendizagem : Re-Formar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 00:11:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] &#8220;A literatura disponível mostra que o learning-object é uma definição imprecisa, com falhas conceituais e cujo sucesso depende de um sistema de padronização inatingível. Apesar disso, incríveis somas estão sendo gastas na produção de diferentes itens chamados learning- objects; o curioso é que essa oferta não encontra uma demanda de contrapartida. Certamente você não conhece alguém que já tenha montado um curso juntando learning-objects e, certamente, você não encontrará. na internet depoimentos sólidos de alguém que o tenha feito&#8221;  Marcos Tales, em Learning Objects - Porque não deram certo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] &#8220;A literatura disponível mostra que o learning-object é uma definição imprecisa, com falhas conceituais e cujo sucesso depende de um sistema de padronização inatingível. Apesar disso, incríveis somas estão sendo gastas na produção de diferentes itens chamados learning- objects; o curioso é que essa oferta não encontra uma demanda de contrapartida. Certamente você não conhece alguém que já tenha montado um curso juntando learning-objects e, certamente, você não encontrará. na internet depoimentos sólidos de alguém que o tenha feito&#8221;  Marcos Tales, em Learning Objects &#8211; Porque não deram certo [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Elearning: a segunda onda por Ekvxgika</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2006/04/19/elearning-a-segunda-onda/#comment-4727</link>
		<dc:creator>Ekvxgika</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 16:46:43 +0000</pubDate>
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		<description>Thanks!,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thanks!,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Lixo Digital, Amadores e Escolas por nayane</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2008/05/12/lixo-digital-amadores-e-escolas/#comment-4726</link>
		<dc:creator>nayane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 01:52:23 +0000</pubDate>
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		<description>precisa de figuras</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>precisa de figuras</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Lixo Digital, Amadores e Escolas por Jung</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2008/05/12/lixo-digital-amadores-e-escolas/#comment-4725</link>
		<dc:creator>Jung</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 17:49:14 +0000</pubDate>
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		<description>É comum ver pessoas normais cometendo crimes(independente do nível criminal, algo que na vida real ele não cometeria) no meio virtual, justamente por falta de educação e conhecimento sobre as consequências. muitos dos criminosos virtuais pegos pela Cyber police coreana dizem &quot;não ter noção ou percebido o tanto de gravidade das suas ações cometidas&quot;, de um modo geral eram pessoas normais como empregados, estudantes e até advogados. Isso demonstra, até então na terra avançada em termos de internet que é a coréia do sul, a necessidade de ensino sobre este novo meio desde cedo, ou melhor um novo ambiente de vida.

não sei se é do seu conhecimento, no Brasil mesmo, neste momento, há crianças de 10 a 13 anos, ou adolescentes de 14 a 18 anos, &quot;roubando&quot; informações de contas de acesso (email, jogo, portal, banco) , simplesmente imitando um vídeo ou manualzinho qualquer  obtido na internet, utilizando alta tecnologia de TI que é o vírus do tipo keylogger. Com certeza, essa molecada não sabe o que está fazendo. Apenas correm loucamente para uma direção em um ambiente que não é aquela que ele conhece.

Jung Kim</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É comum ver pessoas normais cometendo crimes(independente do nível criminal, algo que na vida real ele não cometeria) no meio virtual, justamente por falta de educação e conhecimento sobre as consequências. muitos dos criminosos virtuais pegos pela Cyber police coreana dizem &#8220;não ter noção ou percebido o tanto de gravidade das suas ações cometidas&#8221;, de um modo geral eram pessoas normais como empregados, estudantes e até advogados. Isso demonstra, até então na terra avançada em termos de internet que é a coréia do sul, a necessidade de ensino sobre este novo meio desde cedo, ou melhor um novo ambiente de vida.</p>
<p>não sei se é do seu conhecimento, no Brasil mesmo, neste momento, há crianças de 10 a 13 anos, ou adolescentes de 14 a 18 anos, &#8220;roubando&#8221; informações de contas de acesso (email, jogo, portal, banco) , simplesmente imitando um vídeo ou manualzinho qualquer  obtido na internet, utilizando alta tecnologia de TI que é o vírus do tipo keylogger. Com certeza, essa molecada não sabe o que está fazendo. Apenas correm loucamente para uma direção em um ambiente que não é aquela que ele conhece.</p>
<p>Jung Kim</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A Falácia da Resistência à Mudança por Franz</title>
		<link>http://marcostelles.wordpress.com/2006/05/09/a-falacia-da-resistencia-a-mudanca/#comment-4724</link>
		<dc:creator>Franz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 20:02:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://marcostelles.wordpress.com/2006/05/09/a-falacia-da-resistencia-a-mudanca/#comment-4724</guid>
		<description>Muito boa as reflexões. De fato toda mudança traz em seu bojo um amalgama de insatisfação, insegurança, descrença e resistência. E quando se trata de mudanças na educação, a lentidão como ocorrem e se consolidam devem ser encaradas como um fator extra nesse cadinho. Franz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa as reflexões. De fato toda mudança traz em seu bojo um amalgama de insatisfação, insegurança, descrença e resistência. E quando se trata de mudanças na educação, a lentidão como ocorrem e se consolidam devem ser encaradas como um fator extra nesse cadinho. Franz</p>
]]></content:encoded>
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